PRÓXIMA PARTIDA

MAD X

17/01

16:00 h

Conselheiro Galvão

Carioca Série A - 2018

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30/03/2017 15:31

Madureira abraça a causa dos refugiados e Maza demonstra felicidade com homenagens

Quem acompanhou o jogo de ontem, entre Madureira e Fluminense, pôde perceber uma movimentação diferente antes da partida, em Moça Bonita. A ONG The Refugee Nation, o Madureira e o Fluminense fizeram uma ação em homenagem aos refugiados e ao atacante Maza. O jogador do Tricolor Suburbano, nascido na Guiné, saiu sozinho de casa para seguir o sonho de ser jogador de futebol, já que seu país-natal não o dava as condições para seguir na carreira.

A ação contou com muitas homenagens antes do início da partida. Antes do aquecimento do Madureira, o atacante Maza recebeu uma bandeira da The Refugee Nation e a exibiu para todo o estádio. Na entrada dos dois times em campo, crianças refugiadas acompanharam os jogadores e, durante a partida, juntaram-se aos refugiados adultos e reforçaram a torcida do Madureira em Moça Bonita. Além disso os jogadores de Madureira e Fluminense entraram em campo usando braçadeiras com a bandeira do projeto e mostraram todo seu apoio aos refugiados. Durante o jogo, os capitães William e Henrique continuaram com as braçadeiras.

A The Refugee Nation é um projeto que reúne refugiados e criativos do mundo todo para criar uma identidade e símbolo de solidariedade para os 65 milhões de refugiados ao redor do mundo. Para isso, foi criada pela designer Síria refugiada, Yara Said, uma bandeira baseada no colete salva-vidas, que muitos deles tiveram que usar para fugir de seus países. A bandeira já esteve presente em grandes eventos, como os jogos Rio 2016 e a cerimônia do Oscar.

Principal homenageado da tarde, Maza não conseguia esconder sua alegria pela homenagem. O atacante de 25 anos se disse bastante identificado e feliz com a presença dos cerca de 40 refugiados no estádio. Maza entrou em campo aos 19 minutos no segundo tempo, no lugar de Geovane Maranhão, e foi saudado pelos refugiados todas as vezes que pegou na bola.

- Me senti muito identificado com eles. Me identifico muito porque a gente luta para ter uma vida melhor, e onde nós nascemos, infelizmente, não temos tantas oportunidades. Vi que eles estavam torcendo por mim. Com certeza me deu uma motivação a mais em campo. Eu fico muito feliz de vê-los aqui no estádio me apoiando - disse o sorridente atacante, em entrevista à equipe da The Refugee Nation.

O Madureira volta a campo no domingo, dia 2 de abril, em Conselheiro Galvão, pela última rodada da Taça Rio, contra o Bangu.

Texto: André Soares/Madureira EC



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